English is Cool

quarta-feira, janeiro 31

Everybody talks ...

... about how time seems to fly.
That weeks, months and years seem to be gone so soon.
Dr.Seuss has written these lines on the topic:
"How did it get so late so soon?
It's night before it's afternoon.
December is here before it's June.
My goodness, how the time has flewn!
How did it get so late so soon?"
The word flewn - last one, fourth line - is not
a typing mistake.
Although the verb fly past form is flew
and its past participle is flown
Dr.Seuss has created the new word in
between so that he could rhyme it with June.

sábado, janeiro 27

Imagine all the people ...

Hoje recebi este por e-mail.
Vale ser publicado, vale ser lido.

Durante debate em uma universidade, nos Estados Unidos,
o ex-governador do DF, ex-ministro da educação e atual
senador CRISTÓVAM BUARQUE, foi questionado sobre o que
pensava da internacionalização da Amazônia.

O jovem americano introduziu sua pergunta dizendo que
esperava a resposta de um humanista e não de um brasileiro.

Esta foi a resposta do Sr.Cristóvam Buarque:

"De fato, como brasileiro eu simplesmente falaria contra
a internacionalização da Amazônia. Por mais que nossos
governos não tenham o devido cuidado com esse patrimônio,
ele é nosso.

Como humanista, sentindo o risco da degradação ambiental
que sofre a Amazônia, posso imaginar a sua internacionalização,
como também de tudo o mais que tem importância para a
humanidade.

Se a Amazônia, sob uma ética humanista, deve ser
internacionalizada, internacionalizemos também as reservas de
petróleo do mundo inteiro. O petróleo é tão importante para o
bem-estar da humanidade quanto a Amazônia para o nosso
futuro. Apesar disso, os donos das reservas sentem-se no
direito de aumentar ou diminuir a extração de petróleo e subir
ou não o seu preço.

Da mesma forma, o capital financeiro dos países ricos deveria
ser internacionalizado. Se a Amazônia é uma reserva para todos
os seres humanos, ela não pode ser queimada pela vontade de
um dono, ou de um país. Queimar a Amazônia é tão grave quanto
o desemprego provocado pelas decisões arbitrárias dos
especuladores globais. Não podemos deixar que as reservas
financeiras sirvam para queimar países inteiros na volúpia da
especulação.

Antes mesmo da Amazônia, eu gostaria de ver a
internacionalização de todos os grandes museus do mundo.
O Louvre não deve pertencer apenas à França. Cada museu do
mundo é guardião das mais belas peças produzidas pelo gênio
humano. Não se pode deixar que esse patrimônio cultural,
como o patrimônio natural Amazônico, seja manipulado e
instruído pelo gosto de um proprietário ou de um país. Não
faz muito, um milionário japonês decidiu enterrar com ele um
quadro de um grande mestre. Antes disso, aquele quadro
deveria ter sido internacionalizado.

Durante este encontro, as Nações Unidas estão realizando
o Fórum do Milênio, mas alguns presidentes de países tiveram
dificuldades em comparecer por constrangimentos na fronteira
dos EUA. Por isso, eu acho que Nova Iorque, como sede das
Nações Unidas, deve ser internacionalizada. Pelo menos
Manhattan deveria pertencer a toda a humanidade. Assim como
Paris, Veneza, Roma, Londres, Rio de Janeiro, Brasília, Recife,
cada cidade, com sua beleza específica, sua historia do mundo,
deveria pertencer ao mundo inteiro.

Se os EUA querem internacionalizar a Amazônia, pelo risco
de deixá-la nas mãos de brasileiros, internacionalizemos
todos os arsenais nucleares dos EUA. Até porque eles já
demonstraram que são capazes de usar essas armas,
provocando uma destruição milhares de vezes maior do que
as lamentáveis queimadas feitas nas florestas do Brasil.

Defendo a idéia de internacionalizar as reservas florestais
do mundo em troca da dívida. Comecemos usando essa dívida
para garantir que cada criança do mundo tenha possibilidade
de comer e de ir à escola. Internacionalizemos as crianças
tratando-as, todas elas, não importando o país onde nasceram,
como patrimônio que merece cuidados do mundo inteiro.

Como humanista, aceito defender a internacionalização do
mundo. Mas, enquanto o mundo me tratar como brasileiro,
lutarei para que a Amazônia seja nossa. Só nossa!"



Este é o humanista que eu queria ter como presidente.




sexta-feira, janeiro 26

Dois dedos de prosa sobre pronúncia


Outro dia postei aqui sob o título Pronunciation Poem um texto
que bem mostra como a língua inglesa é peculiar no sentido de
não combinar pronúncia e ortogafria, ou seja, sons e letras não
fazem o mesmo sentido numa ou noutra palavra.

Hoje vamos ver estas duas palavras:

berry - encontrada no final do nome de algumas frutinhas
como blueberry, raspberry, strawberry, etc.

bury - é o verbo, to bury, que quer dizer enterrar

A primeira, creio que não apresenta grandes dificuldades em
termos de pronúncia, a primeira sílaba é dita com um é e a
segunda com um i. Bastante simples, não é?

Já a segunda, se não formos ao dicionário verificar como se
anota sua fonética, podemos facilmente não pronunciar como
se deve. Mas quando esta leitura estiver terminada, isto será
já conhecido. BURY pronuncia-se exatamente como BERRY!!!

Agora acho que daremos umas risadinhas com o trocadilho:


When chemists die, we barium.


quarta-feira, janeiro 24

Dr. Seuss again

Jeitinho faceiro de fazer trova e falar do livre arbítrio.

You have brains in your head.
You have feet in your shoes.
You can steer yourself
any direction you choose.
You're on your own.
And you know what you know.
And YOU are the one who
will decide where to go.

In Oh, the Places You'll Go!

terça-feira, janeiro 23

Better to light a candle than to curse the darkness

Acenda um milhão de velas.

Este é o nome do site onde encontra-se uma causa
em prol das crianças. Alí concentram-se as assinaturas
que viabilizarão a tomada de ações contra a pornografia
infantil na internet. É melhor acender uma vela do que
maldizer a escuridão. Juntos acenderemos a luz.

www.lightamillioncandles.com

segunda-feira, janeiro 22

Friends

Friends are not always able to lift you,
but they will do anything in order
to help you not to fall.


sábado, janeiro 20

A quote

Dr. Seuss foi um escritor de literatura infantil nos Estados Unidos.

Sua marca registrada são textos rimados e criaturas fantásticas.

Um de seus livros, How the Grinch Stole Christmas, deu origem ao
filme protagonizado por Jim Carrey no ano 2000.

Muitas de suas linhas tornaram-se citações, aqui fica uma delas.



Be who you are and say what you feel,
because those who mind don't matter and
those who matter don't mind.

sexta-feira, janeiro 19

Happy birthday, dear friend

Amaral, hoje em teu aniversário, quero celebrar aqui contigo.

Tu és um grande amigo, que nunca vi, nem ouvi, mas de ti
conheci as melhores características que se possa desejar

encontrar em um amigo de verdade.
Sábio, amoroso, generoso e gentil.
Mais do que adjetivos, são ingredientes de uma personalidade
muito amável e nós sabemos que não é com poucas pessoas que
compartilho esta opinião ... pois a freqüência no laramablog bem

o sinaliza.

Eu ultimamente ando a pensar que tu és e sempre serás muito,
muito, muito amigo daquele menino que fostes outro dia. Acho
que só quem não se perde de sua criança interior consegue

manter tão vivas estas facetas do ser humano.
Lembrei-me desta canção, de Milton Nascimento, que acho tão
bonita.

Queria dar-te de presente o áudio, mas minha limitação técnica
não me permite fazê-la tocar aqui no blog. Só a letra então, com
um grande beijo soprado deste para aquele lado do oceano.


Bola de meia, bola de gude

Há um menino
Há um moleque
Morando sempre no meu coração
Toda vez que o adulto balança
Ele vem pra me dar a mão
Há um passado no meu presente
Um sol bem quente lá no meu quintal
Toda vez que a bruxa me assombra
O menino me dá a mão
E me fala de coisas bonitas
Que eu acredito
Que não deixarão de existir
Amizade, palavra, respeito
Carater, bondade, alegria e amor
Pois não posso
Não devo
Não quero
Viver como toda essa gente
Insiste em viver
E não posso aceitar sossegado
Qualquer sacanagem ser coisa normal
Bola de meia, bola de gude
O solidário não quer solidão
Toda vez que a tristeza me alcança
O menino me dá a mão
Há um menino
Há um moleque
Morando sempre no meu coração
Toda vez que o adulto fraqueja
Ele vem pra me dar a mão





terça-feira, janeiro 16

A sétima arte e seus momentos passados



Cinema é uma delícia. Apaixonante. Eu sou apaixonada!
Sei que muitos e muitos o são também. E suponho que
muitos também curtam ler e conhecer fatos sobre seus
primórdios e por conta disto, quero compartilhar aqui um
texto que é o prefácio do livro The Story of Cinema, de
David Chapman. Até porque este texto é mais do que só
informação, na verdade mostra um encantamento ...
Logo abaixo, sua tradução poderá ser lida.

There we go:

It was Christmas and I was 9 years old. A wealthy old lady
who was a friend of the family used to give us children
rather expensive presents. Two days before Christmas Eve
her servant arrived with the gifts, which together with the
other packets were placed in a large laundry basket under
the stairs up to the attic. I saw at once that one of the
packets (big and angular, wrapped in strong brown paper)
contained a film projector. I nearly fainted with joy. For
several years I had wished for a projector; now the dream
was to come true. I went about in a trance, unable either to
sleep or eat.

The great moment turned out to be a terrible disappointment.
The film projector went to my brother, who was 4 years older
than me; I was given a bear that could growl. My grief was
agonizing. My brother, who had never shown the slightest
interest in cinematic art and was moreover a clever
businessman, seized the opportunity. He sold me the
apparatus at a price of two hundred tin soldiers, that is to
say, my entire army. Two days later he declared war and
invaded my country, defeating the few gallantly fighting
troops that were left, despite our agreement that no war was
to break out until I had a chance of building up a new armed
force. I fled into the nursery's dark and spacious closet with
my "cinematograph", as the toy was called. Although simple it
was a fine little machine, but more dangerous than a bomb.
It consisted of two spools for sixty metres of 35-mm film, a
steady feeding mechanism (Maltese cross and crank), a sector
and a fairly large lens in shining brass. The lamp-house was of
black lacquered tinplate with a reflex mirror, paraffin lamp and
a backward curved chimney. In addition there was a holder for
slides. A blue box (with a pretty picture on the lid of a young
man in a sailor suit showing moving pictures of fighting lions
to an impressed family) contained a film loop about 4 metres
long, an everlasting film. The loop was brown and had a
pungent, rather sweet smell; like all film at that time it was
made on a nitrate base and was frightfully inflammable. Nitrate
film, paraffin lamp, dusty closet, a nine-year-old projectionist -
no grown-up knew just how dangerous the whole thing was.
During the next few years I spent all my pocket-money and
savings on film. I must have kept thousands of metres of film
in the closet, where I established my cinema in the flickering
light of the paraffin lamp. The fact that the family and the old
rectory survived must be put down to the constant vigilance of
guardian angels.

Sometimes I have wondered at the child's wild and inexplicable
excitement. It was all a mechanical process. A little machine
which rattled loudly as it fed in sixteen frames a second. If I
cranked frame by frame nothing, or almost nothing, happened -
the frames hardly changed. If I went faster, movement was
born. The shadows acted, the faces turned towards me, eyes
opened, lips formed inaudible words. The darkness, the rattling,
the smells, the lighted rectangle on the wall ... I made up
stories about the small, mysterious figures, they sent out magic
signals, they took part in my dreams. I remember these pictures
with a clarity and focus which they no doubt lacked in reality.
The rectangle of light in the dark, the shadows' unceasing
movements controlled by me. Unaccountable courses of events,
secret relations that extended far into the boundless twilight
land of dreams. Hypnosis and magic - the nine-year-old touched
the little finger of a giant's invisible hand. Today, fifty-five years
later, in the murk of the cutting room I can feel the same
excitement, the same tension, in the presence of the endless
and the unexplored.

By Ingmar Bergman in 25 July 1981


Era o Natal e eu tinha 9 anos. Uma amiga rica de minha família
sempre dava uns presentes caros para nós, as crianças. Dois dias
antes da véspera seu motorista chegou com os pacotes que foram
colocados junto com os outros num grande cesto de roupa em
baixo da escada do sotão. Eu pude logo ver que um dos pacotes
(grande e anguloso, embrulhado com grosso papel marrom) era
de um projetor de filmes. Quase desmaiei de alegria. Eu desejava
ter um projetor havia muitos anos, agora o sonho ia se realizar.
Entrei em transe, não conseguia dormir nem comer.

Mas o grande momento virou foi numa grande decepção. O
projetor era para meu irmão que era 4 anos mais velho, eu
ganhei um ursinho de pelúcia que sabia rosnar. Fiquei
terrivelmente triste. O meu irmão, que jamais demostrara
o menor interesse pelo cinema e era antes de tudo bom de
negócios, agarrou a oportunidade. Ele me vendeu o aparato
pelo preço de 200 soldadinhos de chumbo, praticamente meu
exército inteiro. Dois dias depois ele declarou guerra e invadiu
meu território derrotando as poucas e valentes tropas que ainda
restavam, isto tudo apesar de nosso acordo de que não haveria
guerra até que eu pudesse ter uma chance de recompor minhas
forças armadas. Eu fugi pro armário escuro e espaçoso que tinha
no quarto de brincar com o "cinematógrafo", que era assim que
meu brinquedo era chamado. Apesar de simples era uma boa
maquininha, porém mais perigosa que uma bomba. Consistia
em dois rolos para 60 metros de filme de 35 mm, um
mecanismo de alimentação (cruz de Malta e manivela), um setor
de círculo e uma grande lente de latão polido. A caixa de lâmpada
era de estanho laqueado em preto com um espelho refletor, uma
lâmpada de querosene e uma chaminé virada para trás. Havia
também um porta-slides. Era uma caixa azul (na tampa tinha uma
gravura bonita de um jovem marinheiro projetando para uma
família muito impressionada, cenas de leões lutando) que continha
um rolo de filme de 4 metros, isto é, enorme. O rolo era marrom e
tinha um cheiro forte, meio adocicado; e como todo filme daquela
época era feito com nitrato, portanto, assustadoramente
inflamável. Filme de nitrato, lâmpada de querosene, caixa de pó,
um projecionista de 9 anos - nenhum adulto tinha noção do quão
perigoso era tudo aquilo realmente. Durante os anos que se
seguiram gastei minhas mesadas e economias em filmes. Devo
ter guardado milhares de metros de filme no armário onde instalei
meu cinema que tremeluzia à luz do querosene. O fato de minha
família e nossa velha casa terem sobrevivido é obra e graça da
constante vigilância dos anjos da guarda.

Às vezes eu fico pensando naquela excitação inexplicável da
infância. Era apenas um processo mecânico. Uma maquininha que
fazia muito barulho enquanto projetava 16 quadros por segundo.
Se eu mexesse a manivela quadro a quadro não acontecia nada,
ou quase nada - os quadros mudavam muito pouco. Se eu fosse
mais rápido, nascia o movimento. As sombras entravam em ação,
os rostos viravam para mim, olhos abriam, lábios formavam
palavras inaudíveis. O escuro, o barulho, os cheiros, o retângulo
iluminado na parede ... Eu inventava estórias e mais estórias
sobre aquelas figurinhas misteriosas, elas me enviavam sinais
mágicos e fizeram parte dos meus sonhos. Lembro-me hoje
destes filmes com uma clareza e uma nitidez que, sem a menor
dúvida, não existiram na realidade.
O retângulo de luz no escuro, o incessante movimento das
sombras controlado por mim. Foram acontecimentos incontáveis,
relações secretas que penetraram no crepúsculo do campo
ilimitado dos sonhos. Hipnose e mágica - o menino de 9 anos
tocou no dedinho da mão de um gigante invisível. Hoje, 55 anos
depois, na penúmbra da sala de montagem eu ainda sinto a
mesma excitação, a mesma tensão perante o sem fim e o inexplorado.

Ingmar Bergman em 25 de julho 1981











sexta-feira, janeiro 12

Cinco manias


A Teresa Calcao convidou-me a participar deste jogo.
Aqui devo listar cinco manias que me diferenciem dos demais.

Cinco manias ... não são cinco marias, LOL.

Cinco marias é o nome de um jogo da infância, com cinco
saquinhos de tecido recheados de areia, que jogávamos
para o alto, passando uma mão sobre a outra, fazendo
várias peripécias de que já não me lembro.

Isto para falar de minha mania número:

1. Palavras. Tenho mania de brincar com as palavras. Gosto delas
como as crianças gostam das bolinhas de gude ou das figurinhas.

2. Telefone. Quando ele toca de manhã aqui em casa eu atendo
assim: Orraiô gozai massu. Significa muito bom dia em japonês.
Mas minha tradução particular é assim: O sol raiou gozai o máximo.

3. Caminhar. Dou um boi para não pegar um ônibus e uma boiada
para não voltar de táxi. Adoro ir e vir andando.

4. Rabiscar. Quando conversando ao telefone, conversa longa com
amigos, fico o tempo todo fazendo rabiscos e desenhinhos que
às vezes não quero jogar fora.

5. Horizonte. Da janela de meu quarto meus olhos alcançam o
horizonte. Gosto de ficar a contemplar as montanhas que
recortam o céu quando me levanto de manhã.

quinta-feira, janeiro 11

Shakespeare's Sonnet 29


O inglês usado ao tempo de Shakespeare era outra coisa.
Não é fácil entendê-lo quando só conhecemos o atual.
Mas pode ser gostosinho, depois de ler um tipo de resumo
livre de seu conteúdo, passear os olhos pelas linhas poéticas
de vocabulário antigo e ir percebendo a beleza do soneto.

Este, fala-nos de alguém que, quando desgostado com sua
sorte e a humanidade, chorando solitário sua condição, a um
céu surdo lança seu pranto inútil. Alguém que olha para si e
maldiz seu destino, que almeja ora a riqueza de uns, ora a
convivência ou o talento de outros. Alguém que não encontra
satisfação nem naquilo de que mais gosta. E este alguém, diz
enfim que, em meio a isto tudo, é só pensar em seu doce amor
que então não quer nem mesmo trocar de lugar com os reis.

Sonnet 29

When, in disgrace with fortune and men's eyes,
I all alone beweep my outcast state
And trouble deaf heaven with my bootless cries
And look upon myself and curse my fate,
Wishing me like to one more rich in hope,
Featured like him, like him with friends possess'd,
Desiring this man's art and that man's scope,
With what I most enjoy contented least;
Yet in these thoughts myself almost despising,
Haply I think on thee, and then my state,
Like to the lark at break of day arising
From sullen earth, sings hymns at heaven's gate;
For thy sweet love remember'd such wealth brings
That then I scorn to change my state with kings.

segunda-feira, janeiro 8

Run out of

Todos que aprendem o inglês como língua estrangeira já notaram que alguns verbos são usados agregados a outras pequenas palavras, geralmente preposições, e então ganham um significado diferente daquele que tinham quando usados sozinhos. A estes verbos damos o nome de phrasal verbs.

Um exemplo: to go é ir - to go on é continuar.
Mais um: to come é vir - to come in é entrar.

E muitos outros verbos se associam a muitas outras preposições desta maneira. Phrasal verbs têm um uso vastamente coloquial e são eles, não seus sinônimos de uma palavra só, que as crianças aprendem quando começam a falar. Por isso, esse cantinho onde English is Cool quer abordá-los vez ou outra para contribuir com aqueles que por aqui passam com o intuito de ampliar seus conhecimentos do idioma.

Hoje o eleito é to run out of

Três palavras que podem ser usadas no sentido literal:
The boy wanted to run out of the room and go ride his bycicle.

Ou podem assumir seu significado enquanto phrasal verb:
We have to go to the supermarket because we've run out of fruit.

Na primeira frase o garoto queria sair correndo da sala e ir andar
de bicicleta, e na segunda era preciso ir ao supermercado porque
as frutas tinham acabado.

Totalmente diferentes estes usos, não?

And now, a quote found somewhere in the web to illustrate
today's phrasal verb:

The only time you run out of chances
is when you stop taking them.




sexta-feira, janeiro 5

Mind your mind

Minds are like parachutes:
they function only when open.

quinta-feira, janeiro 4

To dye ... not to die


O som é o mesmo nos dois verbos do título.
O primeiro significa tingir, o segundo, morrer.

Isto posto, temos aqui mais um trocadilho.


The pun goes like this:

When an actress saw her first strands
of gray hair she thought she would dye.



terça-feira, janeiro 2

A quote

Yesterday is history.
Tomorrow is a mistery.
Today is a gift.

That's why we call it the present.